01/07/2021

CAA-PR lança campanha Julho Verde para conscientizar sobre prevenção do câncer de cabeça e pescoço

CAA-PR lança campanha Julho Verde para conscientizar sobre prevenção do câncer de cabeça e pescoço

A Caixa de Assistência dos Advogados do Paraná (CAA-PR) lança, nesta quinta-feira (1º/07), a campanha Julho Verde, para conscientizar sobre o câncer de cabeça e pescoço. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), a doença, que causa tumores nas regiões da face, do pescoço e do couro cabeludo, é responsável por 10 mil mortes por ano no país. Entre os sintomas da doença estão: feridas no rosto ou na boca que não cicatrizam; manchas avermelhadas ou esbranquiçadas na boca; dentes moles ou dor em torno deles; mudança na voz ou rouquidão repentina; dificuldade para mastigar ou engolir; nódulos no pescoço; irritação ou dor na garganta; e mau hálito frequente.
 
Fatores de risco
 
Os principais fatores de risco para os tumores do câncer de cabeça e pescoço são: o consumo de tabaco e álcool; a má higiene bucal; a infecção viral pelo vírus do papiloma humano (HPV); o consumo excessivo de bebidas muito quentes como o chimarrão; a exposição excessiva ao sol; e a exposição à poeira de madeira, de têxteis, de níquel, colas, agrotóxicos e outros produtos químicos. 
 
Prevenção
 
A melhor forma de evitar a doença é eliminar o hábito de fumar e o de beber em excesso. Também é importante manter uma boa higiene na cavidade oral, evitando também a desnutrição, que é um dos fatores que podem desencadear mutações genéticas. Outra recomendação é evitar o uso de próteses dentárias mal adaptadas, que podem causar um trauma crônico na região da boca. Além disso, como a cabeça e o pescoço são áreas expostas diretamente à luz solar, é aconselhável que se evite a exposição ao sol nos períodos de maior intensidade e o uso do protetor solar.
Assim como vários outros tipos de câncer, a prevenção é a palavra chave para um tratamento eficaz dos tumores causados pelo câncer de cabeça e pescoço. Cerca de 70% dos pacientes diagnosticados já estão com a doença em estado avançado, por isso, o aparecimento de lesões na boca e na garganta que durem mais de três semanas, ou o surgimento de nódulos no pescoço devem ser avaliados o por um profissional que trata da saúde bucal ou por um otorrinolaringologista.

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